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PetSpace - Cuidados e Serviços para Animais de Estimação

Criada em 2006 por uma família apaixonada por animais, a PetSpace visa, desde então, proporcionar os melhores cuidados e serviços para animais de estimação e seus donos. Esta empresa, sita em Sintra, dispõe de serviços auxiliados por uma equipa formada por terapeutas, pet sitter/dog walker, técnica em motricidade animal, tosquiadora e uma forte parceria com diversos veterinários, de forma a solucionar os problemas dos clientes segura e eficazmente, garantindo, assim, um atendimento de qualidade.

Para além efectuar serviços ao domicílio (transportes, dog walker, pet sitter, entrega de ração, hospedagem e serviço fúnebre), a PetSpace tem ao dispor, na sua loja, as seguintes componentes:

  • Hidroterapia
  • Passadeira Rolante
  • Banhos e Tosquias
  • Terapias
  • Lavandaria Animal
  • Comércio de Ração


"A Hidroterapia é a terapia por meio da água, na qual são aproveitadas as propriedades físicas da água para o fortalecimento muscular e equilíbrio postural. Os efeitos terapêuticos da água aquecida são analgesia, aumento da amplitude de movimento articular, aumento da flexibilidade, fortalecimento muscular e estímulo à coordenação e postura.

Extremamente importante nos casos de falta de coordenação motora, atrofia muscular, excesso de peso, com incapacidade de sustentar o próprio peso e fazer caminhadas. É também recomendada em pós-cirúrgicos de articulações e em casos de ortopedia, uma vez que dentro da água, com o corpo parcialmente submerso, a força de flutuação contribui para a leveza do corpo, permitindo o movimento que o animal não conseguiria executar no solo.

A Hidroterapia é hoje uma das coadjuvantes mais directa e importante da Medicina Veterinária. O nosso objectivo não é apenas formalizar parcerias com criadores, clínicas e hospitais veterinários para que possam indicar e confiar seus clientes aos nossos cuidados, mas também permitir que o próprio médico veterinário cumpra as sessões e o tratamento com os seus clientes, usando o nosso espaço e equipamento, se assim o desejar."



A PetSpace também faculta a aquisição deste equipamento, 100% fabricação portuguesa (o que torna o produto mais acessível), com dois anos de garantia, montagem e supervisão da sua responsabilidade, bem como entrega em todo o território nacional e europeu.

Dog Locomotion no separador «Vet» da Revista do Cão.

Na edição passada, a Revista do Cão publicou um artigo sobre um projecto chamado Dog Locomotion, cujo objectivo é arranjar soluções de mobilidade para animais de estimação, em que cada caso é tratado de forma personalizada, garantindo o maior conforto e dignidade para animais com problemas de locomoção.

Por ser uma mais valia para estes casos, o nosso blog vai continuar a divulgar o projecto, colocando-o no separador «Vet».

Dog Locomotion

O projecto Dog Locomotion surgiu em 2004, na procura de soluções para o caso de Benny, um activo e bem-disposto Shih-tzu que, aos 11 anos , sofreu uma luxação vertebral, ficando imediatamente paralisado dos membros posteriores.

A falta de pessoas com "know-how" em Portugal, no que concerne alternativas de locomoção para animais de estimação, a falta deste tipo de equipamento, bem como a dificuldade em adquiri-lo no mercado internacional, fez com que este projecto seguisse em frente.

A Dog Locomotion projecta e desenvolve Auxiliares de Locomoção para animais de estimação com lesões nos membros anteriores e posteriores, ocasionadas por amputação ou paralisia no seguimento de acidentes, osteopatias, discopatias, mielopatias degenerativas, displasia coxo-femural, bem como, simplesmente, para promover de um modo eficaz a sua recuperação como complemento de tratamentos de Fisioterapia.

Cada caso é tratado de forma especial, na procura de uma solução fiável e personalizada, que permita aos donos destes animais continuar a usufruir da sua companhia nas melhores condições possíveis, evitando a formação de feridas e escaras, ocasionadas pelo arrastar dos membros posteriores nas suas tentativas de locomoção; evitando que os animais se sujem com os seus próprios dejectos e proporcionando um exercício eficaz, acautelando atrofias e favorecendo a tonicidade muscular.


[Importante: o aconselhamento do seu Médico Veterinário é fundamental para diagnosticar e esclarecer correctamente a patologia do animal, antes de recorrer a estes serviços]

Veja mais em http://www.doglocomotion.com/

"Bem me parecia...", de Alexandre Castanheira


"Bem me parecia...", é o título da obra de um associado da AOAAA, Alexandre Castanheira, com ilustração de Mário Nery.

Trata-se de um livro onde, de forma ficcionada e através de vários capítulos/situações, os sentimentos dos cães ganham voz. Um desses capítulos foi inspirado na própria Associação Os Amigos dos Animais de Almada.


"Este livro não foi escrito a pensar em crianças mas sim nos adolescentes, nos jovens que começam a preocupar-se com o mundo que lhes entregamos e com o mundo que gostariam de receber e de construir.
Com a experiência que ganhei na vida mas também com a análise que tenho feito da vida sentimental dos cães, entendi poder utilizar um imaginado mundo canino com problemas que, no fundo, repetem muitos dos nossos.
Se cada fotografia (capítulo) do mundo-cão mostrasse algo de muito semelhante ao nosso mundo, então a observação dos problemas, das preocupações e dos ridículos de muitas dessas situações descritas, poderiam permitir aos leitores adolescentes, aos jovens adolescentes e mesmo aos chamados adultos encarar melhor a sociedade em que todos nós vivemos." - Alexandre Castanheira

Quando o seu cão desaparece.

Nesta edição vamos falar sobre o tema mais votado na última sondagem da Revista do Cão: como agir no caso de o seu cão desaparecer.
Os cães mais jovens e de maior porte podem percorrer vários quilómetros num só dia, mas na maioria dos casos, os cães encontram-se num raio de 3 km, porque vão explorando as redondezas em vez de seguir em linha recta. Os mais sociáveis tendem a procurar pessoas ou outros cães, preferindo explorar locais públicos como parques ou jardins, ao passo que os mais tímidos preferem esconder-se, refugiando-se debaixo de carros, na vegetação ou em locais ermos.

O desaparecimento de um cão pode acontecer por vários motivos:
  • Alguns abandonam o seu espaço porque se sentem entediados ou sozinhos;

  • Outros, os não esterilizados, podem fugir devido aos seus instintos sexuais;

  • A curiosidade do mundo exterior ou o facto de se assustarem por algum motivo também podem dar origem a uma fuga;

  • Quando um cão passeia num novo local pode sentir-se desorientado e perder-se;

  • Quando se encontra numa nova casa pode sair à procura do seu anterior lar;

  • Descuidos, como deixar um portão aberto ou deixar o seu cão passear sem vigilância, podem dar origem a que o seu animal desapareça.
O que fazer:
  • Procure-o nas proximidades do local do desaparecimento e vá perguntando se alguém o viu. Chame-o pelo nome e leve uma recompensa, como um biscoito ou o seu brinquedo preferido;

  • Previna-se, levando consigo uma coleira e trela, bem como uma lanterna para o procurar em locais sem iluminação;

  • Elabore um apelo com a fotografia e características do seu cão, e mencione o seu contacto e eventual recompensa. Envie esse apelo por email aos seus contactos e peça que o reencaminhem. Imprima folhetos e espalhe em locais públicos. Pode colocar um folheto também no seu automóvel;

  • Volte ao local de desaparecimento várias vezes por essa ser a última referência do seu cão.

  • Coloque à porta da sua casa objectos e roupas cujo odor funcione como um chamariz, como por exemplo, roupa usada ou os brinquedos do cão. Vá pessoalmente aos canis municipais e abrigos de associações, verificar se o seu cão deu ou não entrada nestes locais. Avise também as clínicas veterinárias sobre o desaparecimento;

  • Se é da opinião que o seu cão foi roubado, notifique as autoridades;

  • Divulgue o desaparecimento em classificados de jornais e na Internet. Veja também os anúncios de cães encontrados. Visite o site http://www.encontra-me.org/

  • Seja insistente. É importante que não desista.
Veja mais sobre este assunto AQUI.

Lembre-se que é muito importante que o seu cão esteja bem identificado, não só electronicamente (chip), mas também com uma medalha de identificação onde conste o seu contacto.

Gostar & Cuidar, Episódio XIII



Por motivos técnicos não foi possível apresentar o Episódio XII.

Agendas e Calendários 2010

Ao adquirir estes produtos estará a ajudar.

A Revista do Cão deseja-lhe um Exelente 2010 e que passe um Reveillon animado e com saúde.
Como é habitual, nesta época fazem-se calendários e agendas refentes ao ano que vai entrar. Por isso pense em aquirir um ou mais destes produtos que estão disponíveis em diversas associações amigas dos animais, assim estará a ajudar os nossos amiguinhos.


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Como adquirir:

1. Agendas 2010, da A.A.A.Águeda - O valor é de 7 euros, encomendas através do endereço animaisagueda@gmail.com

2. Calendários de Mesa, do Projecto Animais de Barcelos - O valor é de 3 euros, encomende através do endereço lojadosanimaisbarcelos@gmail.com

3.Calendários da Bianca, 3 modelos com animais adoptados e um com animais apadrinhados - O valor é de 10 euros, encomende através do endereço lojinha@bianca.pt

Gostar & Cuidar, Episódio VIII

Mais sobre vacinação aqui.

Um cão não é um brinquedo.


Muitas pessoas oferecem cãezinhos no Natal... Mas será que sabem o que estão a fazer?

Se quer apenas alegrar o seu filho com um presente super fofo, como um cachorro, para depois ele lhe puxar as orelhas e mais tarde o animal se tornar um incómodo para si, porque nem sequer pensou nos pormenores do que é ter um cão a tempo inteiro, esqueça a ideia.

Se se apaixonou pelo cachorrinho que viu na loja, apenas por ele ser tão ternurento e pequenino, lembre-se: ele vai crescer rapidamente.

Quer oferecer um presente especial à sua amiga e acha que um cãozinho seria o ideal? Pense bem. Será que ela realmente o quer e tem condições para o ter?

Decide levar um cão para casa, para alegrar a família. Estarão todos os membros de acordo?

Um animal não é um objecto de entertenimento, nem deve ser uma oferta. A decisão de ter um animal deve ser um acto reflectido e não um impulso. Veja primeiro se reúne todas as condições para o ter, a longo prazo. E depois pense na adopção. Pode começar por este blog, onde existem dezenas de opções para encontrar o seu novo amigo.

Este Natal faça um cão feliz. Adopte-o responsável e carinhosamente.

Gostar & Cuidar, Episódio VII

Como salvar um cão? Sendo F.A.T.!


É muito triste quando divulgamos a adopção urgente de um cão e sabemos depois que, apesar dos apelos, ele foi abatido. Vemos a sua foto e aquele olhar doce, de esperança, de meiguice, de quem queria atenção, um carinho, quem sabe um doninho... e sentimo-nos impotentes perante aquele caso que queríamos tanto ajudar a resolver. A morte foi a resposta ao olhar apelativo daquele amiguinho de 4 patas. Mas todos podemos fazer algo por isto, para que isto não aconteça. Fixem este conceito: F.A.T.

Família de Acolhimento Temporário, F.A.T., é uma pessoa, ou família, que se disponibiliza para recolher em sua casa um ou mais animais que se encontram em situação de risco.

Se não quer ou não pode adoptar efectivamente um cão, pode sempre ser uma "família de acolhimento temporário". Basta querer ajudar e ter um cantinho lá em casa ou no quintal para que o possa recolher. Normalmente a associação responsável pela sua protecção fará o acompanhamento e dará todo o apoio, incluindo comida e deslocações ao veterinário. Enquanto está consigo, o cão continua para adopção.

Os animais que estão em canis municipais necessitam urgentemente de uma F.A.T., porque aí não têm condições em termos de espaço, de higiene, nem têm a atenção e o carinho de que precisam, bem como os cuidados inerentes ao seu desenvolvimento normal, e, sobretudo, correm potencial risco de abate.
Os animais que vivem em situações precárias e correm risco de ir para um canil também necessitam de uma F.A.T..

Casos excepcionais de risco são os animais de tenra idade, os animais subnutridos ou cuja medicação deva ser tomada mais do que uma vez por dia, os que tenham pensos que não podem ser molhados, etc. Como este é um ambiente muito agressivo para todos os animais, principalmente os cachorros, ficam expostos a todo o tipo de doenças que poderão existir no canil, que é um sítio de recolha de animais errantes e onde há sempre esse risco, apesar dos esforços diários dos voluntários desses espaços em desinfectar todas as boxes e acompanhar cuidadosamente o estado de saúde dos animais lá depositados. Infelizmente um cachorro saudável no canil municipal não dura muito tempo, daí a necessidade urgente de arranjar uma F.A.T.

Quer ser F.A.T. de um amiguinho de 4 patas e salvar-lhe a vida? Conhece alguém que o possa ser? Fale neste assunto aos seus amigos!


A fotografia deste artigo é de um cãozinho muito engraçado, de patitas curtas, olhar meiguinho, chamado Hipólito, nome dado pela associação que o tentou ajudar. Estava para adopção mas ninguém o salvou. Seja F.A.T. ou peça a alguém para ser e ajude a salvar um animal.

(A Revista do Cão fala essencialmente de cães, mas lembrem-se de que nos canis também há gatos que passam pelas mesmas condições.)

Gostar & Cuidar, Episódio VI

Contribua ao oferecer um presente de Natal adquirido numa associação.



Ainda não sabe o que oferecer neste Natal? Apetecia-lhe fazer compras sem ter que se cansar? Procura artigos engraçados e baratos e não sabe onde encontrar?...

A Revista do Cão dá-lhe uma dica: compre artigos nas lojinhas de associações que protegem os animais. Ao comprar estes produtos, além de poder oferecer um presente a um amigo seu, estará também a oferecer ajuda a um amiguinho de quatro patas.

Visite as seguintes lojas on-line:



Boas compras e Bom Natal!

Gostar & Cuidar, Episódio V

Faro canino ajuda no combate a parasitas na viticultura.


SABIA QUE um cão consegue detectar os odores mais imperceptíveis, em concentrações ínfimas, na ordem dos 1,6 por mil milhões? Esta constatação é dada por Rick Yount, treinador no centro canino ADI, em Santa Rosa, California. «A sua trufa funciona aqui como transmissor biológico. O desenvolvimento de um aparelho capaz de fazer o mesmo seria uma grande aposta.»

Kit, uma cadela Golden Retriever de 2 anos e Rick Yount são pioneiros nesta actividade que utiliza as capacidades olfactivas dos cães para detectar parasitas. A cadela passeia-se pelas fileiras da vinha, pára em frente a uma cepa, fareja e começa a ladrar para chamar a atenção do seu treinador. Este aproxima-se e coloca uma fita de cor no pé da videira que se destina a informar o gestor da exploração de que a cochonilha (Planococcus ficus) atacou a vinha.
As cochonilhas, cujo tamanho não ultrapassa os 3mm, causam prejuízos consideráveis, principalmente aos produtores de uvas de mesa. Com efeito a mercadoria afectada não pode ser exportada.

Há 4 anos, Bonnie Bergen, fundadora do ADI, debruçou-se sobre a possibilidade de aproveitar melhor as capacidades sensoriais dos cães treinados no seu instituto. Criado em 1975, o centro limitava-se até então ao treino de cães para assistirem pessoas com deficiência. Sara Lee Kunde foi a viticultora que lhe deu a ideia de utilizar os cães no combate à cochonilha.

Os cães habituam-se progressivamente ao odor característico do parasita, até ao ponto de detectarem os pés das videiras afectados, numa parcela. «A formação dos treinadores de cães é também importante», sublinha Rick Yount.

Fonte: Sulco 3,2009

Gostar & Cuidar, Episódio IV